Nas minhas andanças pela ocupação do prédio do Direito, registrei alguns detalhes interessantes, que divido agora com vocês.
Esta foi a minha primeira visão da ocupação, quando ia chegando na Faculdade de Direito, na manhã seguinte ao início do movimento.
A rotina da Faculdade parecia normal naquela manhã, não fossem os cartazes trazendo as reivindicações.
Entrando no prédio, encontrei algumas barracas pelos corredores.
E um movimento incomum na secretaria da direção.
E a sala dos professores, antes apenas um depósito de retratos de ex-diretores, tinha ganhado uma nova vida: agora, era possível encontrar cartazes, comidas e um bom chimarrão.
Acho que os antigos donos das paredes nem se importaram com as mudanças...
Com o passar dos dias, diversos jornalistas passaram por ali para publicizar a movimentação - e foram muito bem recebidos. Os holofotes eram bem-vindos.
As assembleias aconteciam quase todos os dias, trazendo um resumo das movimentações e deliberando acerca dos próximos passos.
E as tarefas eram divididas em comissões (segurança, divulgação, limpeza infraestrutura, alimentação, cultural e negociação).
Em outros momentos, eram realizados rodas de debates sobre temas sociais e jurídicos, como o que eu relatarei no próximo post. Também foram realizadas algumas apresentações musicais.










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